A trama traz ao cinema o
papel de Anacleta interpretado por Micaela Reis, uma mulher sensual e
gananciosa que viu nas redes sociais uma via para obtenção do lucro fácil,
criando o que se pode considerar uma “empresa de extorsão online”.
Trata-se de um produto que visa lançar um alerta sobre os
perigos que todos correm no mau uso das redes sociais.
“O filme é baseado em factos reais. A trama é fundamentada nos
encontros que se produzem e se multiplicam de forma contínua nas redes sociais,
mas que muitas vezes acabam em tragédias”, disse.
O actor sublinhou que na verdade é a junção de dois nomes: Cleta
e Ana. Enquanto Cleta mostra o corpo nos vídeos, Ana conversa com as suas
vítimas e obtém lucros que são repartidos por elas. “O corpo de Cleta atrai
pela sua estrutura sensual, suas fotos e vídeos ousados servem de moeda de
troca”, adiantou.
Para além de Silvio Nascimento e Micaela Reis, o filme
traz ainda no elenco nomes como Igor Benza, Preto Show e o conceituado actor
Raúl do Rosário.
A longa foi gravada em quatro meses, tendo as captações sido
concluídas em Fevereiro deste ano e a estreia está para Novembro ou Dezembro,
estando o filme em fase de estruturação para que chegue aos grande ecrãs da
melhor forma e que os angolanos e não só possam aproveitá-lo.
Uma co-produção da Clé Entertainment, 99% das filmagens foram
feitas em Angola e o resto em Portugal, por uma equipa técnica nacional, apenas
a pós-produção foi feita em Lisboa. Procinea Cinema e Audiovisual e Cena Livre,
escrito pelo guionista Walter Cristóvão e com a realização de Dorivaldo Cortez.
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